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Cartão de loja avança no mercado brasileiro

DCI Web

Nos Estados Unidos, apenas 5% dos cartões de lojas, também chamados de private label, estão restritos às compras nos estabelecimentos, sendo que o restante, 95%, já possui bandeira. O mercado brasileiro, segundo fontes entrevistadas pelo DCI, se consolida cada vez mais nesse sentido, no qual um terço dos plásticos da bandeira internacional Mastercard, por exemplo, são distribuídos por meio de redes varejistas. A administradora de cartões Credz também chega ao mercado com foco nestes cartões, conhecidos como híbridos.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), a quantidade de plásticos de rede/lojas fechados, isto é, com compras restritas, atingiu 253,979 milhões no primeiro trimestre, com R$ 21,346 bilhões de faturamento. A estimativa da associação é que em julho chegará a 260,577 milhões de unidades e faturamento de R$ 52,947 bilhões, o que corresponderá a um crescimento de 9% e 16%, respectivamente, ante o ano anterior.

Em contrapartida, o segmento de cartão de crédito, que inclui os plásticos híbridos, deverá totalizar em julho 185,178 unidades e faturamento de R$ 252,678 bilhões, acréscimo de 13% e 21%, respectivamente. Até março, o volume de plásticos chegou a 178,750 milhões, e o faturamento, a R$ 102,800 bilhões.

Alexandre Magnani, vice-presidente de Novos Negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul, diz que o mercado brasileiro, onde atuam com private label desde 2002, é o mais maduro da América Latina. "Chile, Peru, Argentina e Colômbia estão em um movimento de migração (para o bandeirado), que o Brasil começou há 10 anos. O consumidor brasileiro tem perfil de consumo mais sofisticado, com uso maior da linha de crédito e utilizando mais o cartão, inclusive internacional."

Segundo Magnani, o gasto médio quase triplicou nos últimos anos. "Usava somente em alimentação e material de construção, agora tem perfil de uso mais distribuído." O executivo inclui que o cartão para o varejo foi um dos impulsionadores do crescimento da bandeira.

O diretor de parcerias da Bradesco Cartões, Carlos Giovanni Neves, concorda com o potencial do produto distribuído por redes ou lojas e detalha que o movimento de "embandeiramento" ocorre porque agrega maior rentabilidade tanto para o banco quanto ao varejista. "Ganha com a rentabilidade se utilizar dentro ou fora da rede do parceiro, há maior ativação do produto e aumenta a portabilidade. Já o consumidor tem um cartão dentro e fora do varejo em único extrato."

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